Como evitar erros juridicamente custosos ao contratar sem CLT
Contratar sem CLT não é um erro, mas sim a maneira como você lida com essa contratação que pode gerar problemas sérios, mesmo quando "tudo parece certo". Vamos entender isso melhor.
Não é o modelo que condena
Você pode contratar como:
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Autônomo
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MEI
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PJ
Nenhum desses modelos, por si só, cria vínculo CLT. O problema não está na forma de contratação, mas sim na maneira como você trata seus colaboradores.
O problema é o comportamento
A Justiça do Trabalho não julga CNPJ, ela julga o comportamento. O juiz vai analisar o cotidiano da empresa e perguntar: "Isso aqui parece emprego?" E se parecer, não importa o contrato assinado.
Erros como exigir atestado, pagar sem produção ou tratar o prestador como um empregado podem criar vínculo, independentemente do tipo de contrato.
Controle de ponto, agenda fixa e exclusividade não são o problema
Na saúde, você pode ter:
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Agenda fixa
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Horário combinado
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Controle de presença
Esses pontos não configuram vínculo empregatício, desde que não haja subordinação. O problema é quando o profissional perde sua autonomia e começa a ser tratado como empregado.
O que realmente dá vínculo?
Subordinação, falta de autonomia e a empresa assumindo o risco do trabalho é o que realmente pode gerar vínculo CLT. Esses comportamentos devem ser evitados para garantir que a relação de trabalho continue legal.
Como evitar esses erros?
É preciso uma estruturação correta desde o início. Com o método certo, você pode contratar de forma segura, sem medo de processos trabalhistas, e com lucros reais.
Autoria de Bruna Barbosa por WMB Marketing Digital
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